ProRural discute em Brasília ações para piscicultura e caprinovinocultura do Sertão

Em pauta com representantes do Ministério da Agricultura Pecuaria e Abastecimento (MAPA), em Brasília, o coordenador da Unidade de Gestão Territorial (UGT) do ProRural em Petrolândia, Kleyton Lima, discutiu ações que visam o desenvolvimento dos principais arranjos produtivos do Sertão de Itaparica, a piscicultura e a caprinovinocultura.  O ProRural é articulador de políticas e investimentos dos setores e trabalha diretamente no fomento das atividades na região.

 O primeiro encontro, com o coordenador geral de Produção Sustentável, Michel Ferraz, serviu para avaliar as ações em andamento da Rede da Caprinovinocultura do Sertão de Itaparica e planejar as parcerias e cooperação entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco, através do ProRural. Na oportunidade, tratou-se também da execução das ações já discutidas e definidas pelo Comitê Gestor da Rota do Cordeiro no polo de Itaparica, assim como a definição de quais investimentos são prioritários para o desenvolvimento sustentável da atividade na localidade.

 Com a Coordenação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ministério, o representante do ProRural debateu sobre a segunda etapa do convênio firmado entre o Governo de Pernambuco e o Mapa, para Assistência técnica – ATER e capacitação para 180 piscicultores dos municípios de Petrolândia, Jatobá, Itacuruba, Floresta e Belém do São Francisco, que envolve capacitação em técnicas de manejo, gerencial, licenciamento ambiental, comercialização e intercâmbios para os piscicultores do Lago de Itaparica e Moxotó.

 A continuidade do projeto, assim como a ampliação das metas a serem propostas pelo Governo de Pernambuco, através da equipe do ProRural, também foram discutidas no encontro que avaliou e validou as ações já realizadas. O Projeto está sendo executado pelo ProRural UGT Petrolandia durante 24 meses, e tem como objetivo acompanhar os subprojetos de produção de tilápia e prestar serviços de assistência técnica, extensão pesqueira e aquícola (ATEPA) aos grupos de tilapicultores apoiados pelo Programa.

Segundo Kleyton Lima, garantir a continuidade deste projeto e ampliar as metas com recursos aportados pelo Governo Federal são fundamentais para capacitar e prestar assistência aos piscicultores familiares organizados em associações. “Essas ações são fundamentais para o sucesso dos empreendimentos que geram tantos postos de trabalho e renda na região”, lembra.